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Como juntar dinheiro para comprar um barco?

6 minutos para ler

Para uns, juntar dinheiro pode parecer uma tarefa árdua e distante da realidade. Em 2020, em meio a uma pandemia e a uma crise, então… mais ainda. Certo? Errado – e nós vamos te provar por que!

Tirar do papel o sonho de adquirir um barco é extremamente possível – mesmo com diversas contas a pagar, obrigações e responsabilidades financeiras. Tudo dependerá, exclusivamente, de três fatores decisivos: um bom planejamento, novos hábitos e, o mais importante, começar agora mesmo a praticar.

O primeiro passo já foi dado com a definição do seu objetivo. Agora, é hora de ir atrás das opções de embarcações existentes no mercado para entender qual delas corresponde às suas expectativas – e se encaixa dentro das suas possibilidades. A próxima etapa, então, é montar o seu planejamento financeiro e colocar a mão na massa.

Vamos lá? Continue a leitura que nós vamos te ajudar.

Saiba o valor do barco desejado

Conhecer bem os seus objetivos é importante para tudo na vida. Quando o assunto é investimento, essa máxima se torna ainda mais verdadeira – isso porque, sem saber como e onde se quer chegar, qualquer esforço será em vão.

Pensando nisso, invista em sua meta: pesquise bastante, conheça os modelos de embarcações disponíveis no mercado – assim como todas as suas características e diferenciais – e procure mapear tudo que será preciso considerar ao adquirir o seu barco, como guarda e manutenção, por exemplo.

Enfim, não economize tempo ao pesquisar e lembre-se: com organização, planejamento e persistência, qualquer objetivo pode ser alcançado.

Monte um planejamento financeiro

Se você já sabe qual é o melhor barco para você, o próximo passo é criar um planejamento financeiro que atenda às suas necessidades. Separamos 8 dicas para auxiliá-lo nessa caminhada. Confira:

1.    Separe suas contas

A ideia é separar seus gastos fixos (contas de casa, plano de saúde, escola, aluguel e condomínio, por exemplo) dos gastos extras, que são os que variam de mês a mês e cobrem saídas, compras de roupas, sapatos e tudo que é supérfluo.

Ao separar essas despesas, defina um valor máximo a ser utilizado para tudo que é considerado extra em sua rotina.

2.    Faça uma previsão semanal

Para facilitar a sua organização financeira, faça uma estimativa do seu custo de vida diário e limite-se a utilizar somente o valor planejado por semana.

Se em determinado dia da semana você extrapolar o valor preestabelecido, no dia seguinte, será necessário se reorganizar para suprir esse gasto extra – não comendo fora ou deixando o carro na garagem, por exemplo.

3.    Já sabe quanto irá poupar?

Quanto mais dinheiro você tiver disponível para investir, mais rapidamente atingirá o seu objetivo. Disso, todo mundo sabe – mas muita gente acaba desanimando ao perceber que não dispõe da quantia que considera ideal para começar a guardar: aí está o maior problema. 

Tente separar ao menos 10% de sua renda líquida mensal, mas se não for possível, inicie ao menos com 1%. As duas regras de ouro são: comece hoje mesmo com o que você tem e estabeleça um valor mínimo para investir nos próximos meses. Não vale guardar hoje e, no próximo mês, não.  Disciplina é fundamental! 

4.    Registre seus gastos

Existem diversos recursos hoje em dia para auxiliá-lo no controle e na gestão de suas despesas e receitas. Aposte em um aplicativo, em planilhas – ou mesmo nos métodos tradicionais, como papel e caneta. 

O mais importante é registrar tudo: desde despesas fixas, como moradia, alimentação e saúde, até despesas extras, a exemplo de compras e saídas. Visualizar corretamente sua vida financeira o ajudará a replanejar o que for preciso e, principalmente, a alocar melhor seus recursos.

5.    Encare seus investimentos como dívidas

Trate seus investimentos com a mesma seriedade que você lida com as suas dívidas e obrigações. Assim, você cria o hábito de priorizá-los e abandona qualquer desculpa que possa surgir no meio do caminho. 

E, com relação às dívidas de verdade, tente não as fazer! Priorize sempre que puder as compras à vista, evitando o parcelamento de sua fatura do cartão de crédito – e não se esqueça que limite disponível no cheque especial não é outra coisa que não uma dívida também.

6.    Aprenda a dizer não

A vida é feita de escolhas, então, nem sempre é possível ter tudo ao mesmo tempo. Se você tem uma meta bem definida e tem a intenção de alcançá-la rapidamente, muito provavelmente terá que abrir mão de alguns prazeres do dia a dia – como o happy hour com o pessoal do trabalho, as compras supérfluas no início do mês e até mesmo de determinadas viagens. Mas fique tranquilo, esse esforço não é para a vida toda!

7.    Repense o seu estilo de vida

Opte por novas opções de lazer, ao ar livre ou gratuitas, por exemplo, e aposte no transporte alternativo. Que tal levar o almoço de casa em vez de fazer as refeições da semana na rua? Saia da sua zona de conforto e abuse da sua criatividade!

Além de ajudá-lo a alcançar o seu objetivo mais rápido, você será recompensado com um estilo de vida mais leve, saudável e sustentável.

8.     Invista o seu dinheiro

Por último, mas não menos importante: multiplique o seu patrimônio. Isso mesmo! Não há melhor forma de fazer suas economias renderem do que investir corretamente o seu dinheiro. 

Mas, para isso, é importante conhecer o seu perfil de investidor: você prioriza mais a segurança em suas aplicações, ou espera se arriscar um pouco mais com a intenção de potencializar seus ganhos?

Dependendo das suas características, você pode optar por investimentos mais conservadores, em renda fixa – como os títulos do Tesouro Direto e os CDBs, por exemplo – ou em renda variável, como as ações.

Ao investir os seus recursos, você reduz ainda mais a distância que o separa de alcançar o objetivo traçado. Está pronto para começar?

Dê início à sua caminhada hoje mesmo seguindo essas dicas e compartilhe com a gente o que achou! Para isso, basta deixar um comentário no nosso blog!

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